#TripédaVidaSaudável: Atividade Física

Você sabia que 1 em cada 4 adultos apresenta características de sedentarismo? É o que constatou um estudo realizado pela Organização Mundial da Saúde, em 2018.


O estilo de vida sedentário pode até parecer inofensivo, mas ele é o principal causador da obesidade — que, consequentemente, está relacionada ao surgimento de doenças crônicas, sendo a hipertensão arterial, o colesterol alto, a osteoporose e a diabetes bons exemplos delas.


Os benefícios da atividade física são muitos, sendo que o principal deles está na possibilidade de prevenir que o indivíduo desenvolva uma série de doenças.


Ao realizar uma atividade física, é possível notar que essa prática é responsável não somente por aumentar a qualidade de vida do indivíduo, como também melhorar os níveis de estresse.

Entre as suas principais vantagens, podemos ressaltar:

• redução da tendência à depressão;

• aumento da sensação de energia não somente para o trabalho, mas também para aproveitar o tempo livre;

• auxílio na realização das atividades diárias, eliminando o cansaço e aumentando, assim, a produtividade;

• ajuda a dormir e a repousar melhor;

• melhora da autoimagem.


Fonte: https://bit.ly/2Ynxb5Q

Entenda por que dormir bem é fundamental para a saúde

Biólogos da Universidade de Manchester explicaram pela primeira vez por que ter uma boa noite de sono realmente pode nos preparar para os desafios do dia seguinte.

Estudo publicado na Nature Cell Biology mostra como o mecanismo do relógio biológico aumenta nossa capacidade em manter nossos corpos íntegros quando estamos mais ativos.

Como já sabemos que o relógio biológico é menos preciso à medida que envelhecemos, a descoberta pode um dia ajudar a desvendar alguns dos mistérios do envelhecimento.

A descoberta lança uma luz fascinante sobre a matriz extracelular do corpo, que fornece suporte estrutural e bioquímico às células na forma de tecido conjuntivo, como osso, pele, tendão e cartilagem.

Mais da metade do peso corporal é matriz e metade disso é colágeno – e os cientistas há muito tempo revelaram que ele é totalmente formado quando atingimos a idade de 17 anos.

Mas, agora, os pesquisadores descobriram que existem dois tipos de fibrilas (estruturas semelhantes a cordas de colágeno que são produzidas pelas células para formar os tecidos). As fibrilas mais grossas, com cerca de 200 nanômetros de diâmetro – um milhão de milhões de vezes menores que uma cabeça de alfinete – são permanentes e ficam conosco por toda a vida, inalteradas a partir dos 17 anos.

Entretanto, as fibrilas mais finas medindo 50 nanômetros são “sacrificiais”, quebrando quando submetemos o corpo aos rigores do dia, mas regenerando quando descansamos à noite. Quando os genes do relógio biológico foram eliminados no experimento, as fibrilas finas e grossas foram produzidas aleatoriamente.

O colágeno fornece estrutura ao corpo e é a nossa proteína mais abundante, garantindo a integridadeelasticidade e força do tecido conjuntivo do corpo.É lógico pensar que nossa matriz se desgasta pelo uso, mas agora sabemos que nosso relógio biológico produz um elemento “sacrificial”, podendo ser reabastecido, protegendo as partes permanentes da matriz.

Então, se você imaginar os tijolos nas paredes de uma sala como a parte permanente, a tinta nas paredes poderá ser vista como a parte “sacrificial” que precisa ser refeita de vez em quando.

Essa descoberta pode nos dar uma visão mais profunda de como as feridas cicatrizam ou como envelhecemos.

MUSMAN, Silvio. Entenda por que dormir bem é fundamental para a saúde. 2020. Disponível em: <https://www.uai.com.br/app/noticia/saude/colunistas/silvio-musman/2020/01/22/noticias-saude,255067/entenda-por-que-dormir-bem-e-fundamental-para-a-saude.shtml?utm_source=whatsapp> Acesso em: 02 de abril de 2020.

Quantas horas precisamos dormir?

Dormir pouco pode fazer mal à saúde e contribui para a falta de energia, cansaço, fadiga, dificuldade no desempenho das atividades do cotidiano bem como no processamento da memória.

Em contrapartida, a ciência vem descobrindo que o sono prolongado pode ser ainda mais prejudicial. Já se sabe que, além das doenças cardíacas, dormir além da conta pode aumentar o risco de várias outras doenças: Diabetes, derrames cerebrais, obesidade, depressão e até mesmo demência.

Quantas horas precisamos dormir?

A Fundação Nacional do Sono, nos Estados Unidos, analisou várias pesquisas científicas e definiu quantas horas de sono são necessárias diariamente para não prejudicar a saúde, de acordo com cada idade:

Recém-nascido (0 a 3 meses): 14 a 17 horas;
Bebê (4 a 11 meses): 12 a 15 horas;
Criança (1 a 2 anos): 11 a 14 horas;
Pré-escolar (3 a 5 anos): 10 a 13 horas;
Criança em idade escolar (6 a 13 anos): 9 a 11 horas;
Adolescente (14 a 17 anos): 8 a 10 horas;
Adulto (18 a 64 anos): 7 a 9 horas;
Idosos (65 anos ou mais): 7 a 8 horas.

Referência: https://bit.ly/30qYDzd

Os Mitos Sobre o Consumo do Ovo

Uma investigação científica da University of Eastern Finland, publicada no American Journal of Clinical Nutrition, acalorou o debate:”comer ovos pode reduzir o risco de desenvolver diabetes tipo 2”.

Nessa pesquisa foram analisados os hábitos alimentares de 2.332 homens com idade entre 42 e 60 anos entre os anos de 1984 e 1989. Eles foram acompanhados durante 19 anos, e 432 deles foram diagnosticados com diabetes tipo 2. O estudo demonstrou que os homens que comiam aproximadamente quatro ovos por semana tiveram um risco 37% menor de desenvolver diabetes, em comparação com aqueles que consumiam o alimento apenas uma vez por semana. A pesquisa considerou fatores como prática de atividades físicas, índice de massa corporal, tabagismo e consumo de frutas e verduras.

Micro-ondas, O Perigo Silencioso

1. O organismo humano não é capaz de metabolizar os subprodutos ainda desconhecidos criados em alimentos aquecidos no microondas.

2. Os minerais, vitaminas e nutrientes de todo alimento aquecido em microondas são reduzidos ou alterados, de forma que nosso organismo receba muito pouco ou nenhum benefício desse alimentos ou, pior ainda, o corpo absorve compostos que não conseguem ser quebrados/digeridos apropriadamente.


3. Comer alimentos aquecidos em microondas frequentemente causa, a longo prazo, danos cerebrais permanentes, por conta do encurtamento dos impulsos elétricos no cérebro (despolariza ou desmagnetiza o tecido cerebral).

4. A produção de hormônios femininos e masculinos é diminuída ou alterada quando se come, com frequência, alimentos aquecidos em microondas.

5. Os efeitos do subproduto dos alimentos aquecidos em microondas são permanentes e ocorrem a longo prazo no organismo.

6. Os minerais das verduras aquecidas em microondas são alterados e se transformam em radicais livres cancerígenos.

7. Alimentos aquecidos em microondas causam câncer no intestino e no estômago. Isso pode explicar o rápido crescimento de casos de câncer de cólon nos últimos anos.

8. O consumo prolongado de alimentos aquecidos em microondas faz com que o número de células cancerosas no organismo aumente.

9. A ingestão contínua de alimentos aquecidos em microondas causa deficiências no sistema imunológico por conta de alterações na linfa e no sangue.

10. Consumir alimentos aquecidos em microondas causa perda de memória, concentração, instabilidade emocional e decréscimo da inteligência.