Ansiedade tem origem do termo latim anxiĕtas. Trata-se de um estado de agitação, preocupação ou angústia que não permite com que os atingidos por esse quadro tenham sossego. Conforme os dados da Organização Mundial de Saúde, pesquisas apontam que o Brasil é mais ansioso e deprimido país da América Latina, e que os índices são altamente preocupante.

Cerca 5,8% da população brasileira sofrem de depressão, a maior taxa do continente latino-americano, atingindo na maioria uma faixa etária entre 55 e 74 anos. Também estamos na liderança mundial no índice de ansiedade: 9,3% da população sofre desse mal. O sexo feminino aponta que 7,7% das mulheres são ansiosas e 5,1% são depressivas. Já o sexo masculino, a porcentagem cai para 3,6% em ambos os casos.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as fobias, o transtorno obsessivo-compulsivo e os ataques de pânico fazem parte dos Transtornos de Ansiedade, os quais podem ser tratados através da terapia com uma equipe multidisciplinar e as vezes com substâncias ansiolíticas. A intoxicação por metais como Arsênio, chumbo, mercúrio agravam esse quadro tornando crônico e a falta de antioxidantes como magnésio,zinco, cobre e cálcio, faz com que hormônios como cortisol, estrogênio, progesterona e t4, inibem a ação potencial de um importante neurotransmissor envolvido nos processos de ansiedade chamado de GABA (ácido gama-aminobutírico), o principal neurotransmissor inibitório do SNC. Além do acompanhamento clínico periódico, técnicas de relaxamento e respiração, ajudam a ensinar como melhor fazer a gestão do tempo e nos faz ver a importância da prática de exercícios físicos orientados para uma melhor qualidade de vida.
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